Ficha técnica

Selo Mecânico MG1

Selo mecânico MG1 — modelo utilizado em bombas centrífugas e equipamentos industriais compatíveis. Disponível em diversas medidas com faces e elastômeros configuráveis conforme a aplicação.

Foto principal e especificação do selo mecânico MG1

Selo mecânico MG1 — vista principal

Modelo MG1

Selo mecânico MG1 — modelo utilizado em bombas centrífugas e equipamentos industriais compatíveis. Disponível em diversas medidas com faces e elastômeros configuráveis conforme a aplicação.

Modelo
MG1
Categoria
Selo mecânico
Faces
3 opções
Elastômeros
3 opções
Solicitar orçamentoWhatsApp

02 — Descrição técnica

Sobre o selo mecânico MG1

Tipo de selo mecânico

Selo mecânico simples, não balanceado, de fole elastomérico rotativo, com mola helicoidal única e rotação independente do sentido de giro.

Características construtivas

Face rotativa em carvão, silício ou tungstênio unida ao eixo por um fole em elastômero de cauda padrão (comprimento base l1); mola helicoidal externa ao fole; sede estacionária no bocal; componentes metálicos em aço inoxidável.

Princípio de funcionamento

A vedação primária ocorre pelo contato axial entre a face rotativa e a sede estacionária. A mola mantém a pressão de contato constante e compensa o desgaste natural e pequenos desalinhamentos durante a operação. O fole elastomérico veda o eixo de forma estática — ele acompanha o movimento axial da face sem deslizar sobre o eixo, o que evita o desgaste por fretting e reduz o risco de travamento por incrustações.

Aplicações industriais

Bombas centrífugas, misturadores, agitadores e demais equipamentos rotativos industriais compatíveis com a configuração do modelo.

Vantagens

Construção compacta, montagem simples, proteção do eixo ao longo de todo o comprimento do selo, ampla intercambiabilidade e disponibilidade em diversas medidas de eixo e combinações de faces/elastômeros.

03 — Galeria

Galeria do produto

Fotos reais organizadas por combinação de faces. Cada grupo comporta 4 fotos.

Carvão × Cerâmica / Inox

Selo mecânico MG1 — Carvão × Cerâmica / Inox — foto 1
Selo mecânico MG1 — Carvão × Cerâmica / Inox — foto 2
Selo mecânico MG1 — Carvão × Cerâmica / Inox — foto 3
Selo mecânico MG1 — Carvão × Cerâmica / Inox — foto 4

Silício × Silício (SiC)

Selo mecânico MG1 — Silício × Silício (SiC) — foto 1
Selo mecânico MG1 — Silício × Silício (SiC) — foto 2
Selo mecânico MG1 — Silício × Silício (SiC) — foto 3
Selo mecânico MG1 — Silício × Silício (SiC) — foto 4

Tungstênio × Tungstênio (WC)

Selo mecânico MG1 — Tungstênio × Tungstênio (WC) — foto 1
Selo mecânico MG1 — Tungstênio × Tungstênio (WC) — foto 2
Selo mecânico MG1 — Tungstênio × Tungstênio (WC) — foto 3
Selo mecânico MG1 — Tungstênio × Tungstênio (WC) — foto 4

04 — Desenho técnico

Vista dimensional

Desenho técnico do selo mecânico MG1

05 — Tabela de medidas

Medidas disponíveis

Consulte a especificação completa. Dimensões e códigos internos serão publicados conforme validação técnica.

Medida do eixoCódigoDimensõesDesenhoAção
10 mmA definirA definirA definirVer ficha →
12 mmA definirA definirA definirVer ficha →
14 mmA definirA definirA definirVer ficha →
16 mmA definirA definirA definirVer ficha →
18 mmA definirA definirA definirVer ficha →
20 mmA definirA definirA definirVer ficha →
22 mmA definirA definirA definirVer ficha →
24 mmA definirA definirA definirVer ficha →
25 mmA definirA definirA definirVer ficha →
28 mmA definirA definirA definirVer ficha →
30 mmA definirA definirA definirVer ficha →
32 mmA definirA definirA definirVer ficha →
35 mmA definirA definirA definirVer ficha →
38 mmA definirA definirA definirVer ficha →
40 mmA definirA definirA definirVer ficha →
43 mmA definirA definirA definirVer ficha →
45 mmA definirA definirA definirVer ficha →
48 mmA definirA definirA definirVer ficha →
50 mmA definirA definirA definirVer ficha →
55 mmA definirA definirA definirVer ficha →
60 mmA definirA definirA definirVer ficha →
65 mmA definirA definirA definirVer ficha →
70 mmA definirA definirA definirVer ficha →
75 mmA definirA definirA definirVer ficha →
80 mmA definirA definirA definirVer ficha →
85 mmA definirA definirA definirVer ficha →
90 mmA definirA definirA definirVer ficha →
95 mmA definirA definirA definirVer ficha →
100 mmA definirA definirA definirVer ficha →

06 — Características

Especificação técnica

ModeloMG1
TipoSimples, não balanceado
Sentido de rotaçãoIndependente (bidirecional)
Tipo de molaMola helicoidal única, externa ao fole
Tipo de vedação secundáriaFole elastomérico rotativo (vedação estática sobre o eixo)
Vedação da sedeO-ring estático (sede na câmara/bocal)
FamíliaMG (série MG1 / MG12 / MG13) — mesma construção, cauda do fole com comprimentos diferentes
ObservaçõesEspecificação final depende de fluido, temperatura, pressão, rotação e materiais escolhidos.
Comprimento do foleCauda padrão (l1) — compatível com sedes G4 e G9

07 — Materiais / Faces

Opções de faces de vedação

Face de vedação Carvão × Cerâmica / Inox — selo mecânico
Carvão × Cerâmica / Inox — imagem 1
Carvão × Cerâmica / Inox — imagem 2
Carvão × Cerâmica / Inox — imagem 3
Carvão × Cerâmica / Inox — imagem 4

Carvão × Cerâmica / Inox

Descrição
Par de faces de uso geral: face rotativa em carvão grafite antifricção e sede estacionária em cerâmica (Al₂O₃) ou aço inoxidável.
Vantagens
Baixo coeficiente de atrito, custo acessível e bom desempenho em fluidos limpos.
Aplicações
Água limpa, água potável, líquidos leves e fluidos sem partículas abrasivas.
Face de vedação Silício × Silício (SiC) — selo mecânico
Silício × Silício (SiC) — imagem 1
Silício × Silício (SiC) — imagem 2
Silício × Silício (SiC) — imagem 3
Silício × Silício (SiC) — imagem 4

Silício × Silício (SiC)

Descrição
Par de faces em carbeto de silício, cerâmica técnica de alta dureza e excelente condutividade térmica.
Vantagens
Elevada resistência ao desgaste, boa dissipação de calor e resistência química ampla.
Aplicações
Fluidos com sólidos leves, produtos químicos e serviços com maior severidade térmica.
Face de vedação Tungstênio × Tungstênio (WC) — selo mecânico
Tungstênio × Tungstênio (WC) — imagem 1
Tungstênio × Tungstênio (WC) — imagem 2
Tungstênio × Tungstênio (WC) — imagem 3
Tungstênio × Tungstênio (WC) — imagem 4

Tungstênio × Tungstênio (WC)

Descrição
Par de faces em carbeto de tungstênio, material de altíssima dureza e resistência mecânica.
Vantagens
Resistência superior à abrasão e a choques mecânicos.
Aplicações
Lamas, polpas abrasivas, mineração e efluentes com sólidos em suspensão.

08 — Elastômeros

Opções de elastômeros

Buna (NBR)

Descrição
Elastômero de nitrila, padrão comercial para vedações dinâmicas em serviços gerais. Faixa típica de temperatura: −30 °C a +100 °C.
Aplicações
Água, óleos minerais, combustíveis alifáticos e fluidos hidráulicos convencionais.
Observações
Não indicado para ozônio, solventes aromáticos ou temperaturas elevadas. Faixa de temperatura é referencial — confirme com a equipe técnica conforme fluido e pressão.

EPDM

Descrição
Etileno-propileno-dieno, com boa resistência a água quente, vapor e produtos químicos polares. Faixa típica de temperatura: −40 °C a +140 °C.
Aplicações
Água quente, vapor de baixa pressão, soluções ácidas e alcalinas diluídas.
Observações
Incompatível com óleos minerais e derivados de petróleo. Faixa de temperatura é referencial — confirme a compatibilidade química antes da aplicação.

Viton (FKM)

Descrição
Fluorelastômero de alta resistência química e térmica. Faixa típica de temperatura: −20 °C a +200 °C.
Aplicações
Hidrocarbonetos, óleos, combustíveis, solventes e ambientes químicos agressivos.
Observações
Não recomendado para vapor, água superaquecida ou aminas. Faixa de temperatura é referencial — validação técnica é obrigatória para cada aplicação.

09 — Aplicações

Setores atendidos

Bombas centrífugas

Saneamento

Mineração

Papel e celulose

Indústria química

Irrigação

Alimentos e bebidas

Processos industriais

Observação: a aplicação depende dos materiais selecionados e das condições reais de operação.

10 — Instalação

Como instalar corretamente

Passo a passo geral. A sequência exata pode variar conforme o cabeçote do equipamento — consulte a equipe técnica em casos específicos.

  1. 1Verifique se o eixo e o bocal estão limpos, sem rebarbas, riscos ou resíduos do selo anterior.
  2. 2Lubrifique levemente o fole elastomérico (com o próprio fluido de processo ou glicerina) para facilitar o deslizamento sobre o eixo sem torcer ou danificar o elastômero.
  3. 3Posicione a sede estacionária no bocal, com o O-ring estático já montado, garantindo assentamento uniforme sem inclinação.
  4. 4Deslize o conjunto rotativo (fole + face + mola) até a cota de compressão indicada na tabela de medidas — nunca comprima a mola além do especificado.
  5. 5Gire o eixo manualmente após a montagem para confirmar que as faces assentam sem interferência mecânica.
  6. 6Faça o teste de estanqueidade com baixa pressão antes de colocar o equipamento em operação plena.

11 — Manutenção

Manutenção e sinais de troca

O que observar durante a operação para saber a hora certa de substituir o selo.

  • Inspecione visualmente o selo a cada parada programada — vazamento por gotejamento leve nos primeiros minutos de operação é normal em selos novos e tende a cessar após o amaciamento das faces.
  • Vazamento contínuo ou crescente indica desgaste das faces, dano no fole ou operação fora da faixa admissível — não prorrogue o uso nessas condições.
  • Na troca, substitua sempre o conjunto completo (face + fole + mola) e o O-ring da sede — não reutilize elastômeros já comprimidos.
  • Verifique se o fluido de processo é compatível com o elastômero do fole antes de repor com um selo já em estoque.
  • Evite operação a seco, mesmo por curtos períodos — é a principal causa de falha prematura das faces.
  • Registre a data de instalação e o lote do selo para rastreabilidade em caso de falha recorrente.

13 — FAQ

Perguntas frequentes sobre o MG1

15 — Orçamento

Solicite orçamento do MG1

Preencha os campos e nossa equipe técnica retornará com a especificação correta.

Ao enviar, você será direcionado ao WhatsApp com os dados preenchidos.

O que é o selo mecânico MG1

O selo mecânico MG1 é o modelo de vedação axial mais difundido no Brasil para bombas centrífugas e equipamentos rotativos de porte pequeno e médio. É um selo simples, não balanceado, de fole elastomérico rotativo, com mola helicoidal única e rotação independente do sentido de giro. Sua ampla intercambiabilidade e disponibilidade em dezenas de medidas o tornaram um padrão de mercado — presente em bombas de água, esgoto, química leve, alimentícia, sucroalcooleira e em muitas linhas industriais nacionais e importadas.

Origem e história do MG1

O código MG1 foi consagrado por um dos maiores fabricantes mundiais de vedações industriais e virou nome genérico no mercado — assim como acontece com o gilette ou o durepox. Hoje, quando um comprador pede um MG1, ele está pedindo um selo de arquitetura muito específica: mola helicoidal única, elemento rotativo com fole em elastômero envolvendo o eixo, sede estacionária alojada no bocal, sentido de rotação livre.

Essa padronização abriu caminho para que dezenas de fabricantes produzissem selos totalmente intercambiáveis dimensional e funcionalmente com o MG1 original. Nas oficinas de manutenção industrial brasileiras, é raro encontrar uma bomba centrífuga de baixa/média pressão que não use algum derivado dessa família — seja MG1, seja um dos seus parentes próximos MG12 e MG13.

Como funciona o selo mecânico MG1

O princípio de vedação do MG1 é o mesmo de qualquer selo mecânico axial: duas faces perfeitamente lapidadas — uma girando com o eixo, outra estacionária no corpo do equipamento — são pressionadas uma contra a outra por uma mola. Entre elas se forma um filme líquido de espessura micrométrica que veda o fluido bombeado impedindo o vazamento pelo eixo.

No MG1, essa pressão de contato é gerada por uma mola helicoidal única, montada externamente ao fole. O fole em elastômero une a face rotativa ao eixo: ele não desliza sobre o eixo (vedação estática), apenas se flexiona axialmente para acomodar desgaste das faces, dilatação térmica e pequenos desalinhamentos — sem o atrito e o risco de fretting que um o-ring deslizante teria.

Construção — peça a peça

Um selo MG1 completo é composto por seis grupos de componentes, todos dimensionalmente padronizados dentro da série MG:

  • Face rotativa (rotor): disco lapidado em carvão grafite, carbeto de silício (SiC) ou carbeto de tungstênio (WC), unido ao fole.
  • Fole elastomérico: em NBR, EPDM, FKM (Viton) ou HNBR — veda estaticamente entre o eixo e a face rotativa e transmite o torque de arraste.
  • Sede estacionária: contraface lapidada, alojada em rebaixo cônico no bocal da bomba, geralmente em cerâmica (Al₂O₃), SiC ou WC.
  • Mola helicoidal única: em aço inoxidável AISI 304 ou AISI 316, montada externamente ao fole, dimensionada para o diâmetro nominal do eixo.
  • O-ring estático da sede: elastômero que veda a sede estacionária no alojamento do bocal.
  • Componentes metálicos auxiliares: colares/anéis-L de fixação da mola e retentor — todos em aço inoxidável, garantindo compatibilidade com fluidos corrosivos.

Princípio de vedação hidrodinâmica

O que torna o selo mecânico MG1 tecnicamente superior a uma gaxeta é a formação de um filme lubrificante entre as duas faces. Esse filme, com espessura da ordem de 0,25 a 1 µm, transporta calor para fora da interface e reduz o atrito ao mínimo, permitindo operação prolongada com desgaste desprezível.

Quando o filme é rompido — por operação a seco, cavitação severa, sólidos entre as faces ou pressão fora da faixa nominal — o desgaste acelera, gera calor, danifica o elastômero e o selo falha rapidamente. Por isso, todo projeto de aplicação de um MG1 precisa garantir três coisas: fluido limpo entre as faces, pressão dentro da faixa admissível e ausência de operação a seco.

Tipos de instalação

O MG1 é fornecido em componentes separados (não é cartucho), o que exige montagem cuidadosa. As três configurações mais comuns nas bombas nacionais são:

  • Instalação simples: apenas um selo MG1 no bocal — arquitetura típica de bombas de água, esgoto, irrigação e indústria alimentícia.
  • Instalação em back-to-back (dupla oposta): dois MG1 montados dorso a dorso com fluido barreira pressurizado entre eles, para fluidos tóxicos ou perigosos.
  • Instalação em tandem: dois MG1 em série, com fluido não pressurizado entre eles, para maior segurança em fluidos leves ou vapores.

Vantagens do selo mecânico MG1

As razões pelas quais o MG1 se tornou o padrão do mercado brasileiro estão ligadas a uma combinação difícil de bater: preço acessível, disponibilidade nacional e intercambiabilidade real entre marcas.

  • Ampla disponibilidade de estoque em medidas de 10 mm a 100 mm.
  • Custo por unidade significativamente menor que selos de cartucho.
  • Proteção do eixo ao longo de todo o comprimento do selo — o fole não desliza sobre o eixo.
  • Manutenção simples — não exige ferramental especial para montagem.
  • Intercambiável com selos MG1 de outros fabricantes (Burgmann, Vulcan, Roten, Ekato, entre outros).
  • Compatível com virtualmente todas as bombas centrífugas nacionais de KSB, Schneider, Thebe, Dancor, Somar, IMBIL, Ferrari, Mark e muitas outras.
  • Sentido de rotação livre — pode ser montado em qualquer sentido de giro.

Diferenças entre MG1, MG12 e MG13

Os três modelos partilham exatamente a mesma arquitetura de vedação: fole elastomérico rotativo, mola helicoidal única, sede estacionária. Não há diferença no princípio de vedação entre eles — a diferença é apenas o comprimento da cauda do fole, usado para adequar o comprimento total de montagem (l1) à sede escolhida, conforme a norma EN 12756:

  • MG1 — cauda padrão (comprimento l1). Compatível com sedes G4 e G9. Configuração mais comum e mais econômica.
  • MG12 — cauda estendida (comprimento l1k), para atingir o comprimento de montagem exigido quando a sede usada é G6 ou G60.
  • MG13 — cauda ainda mais longa (comprimento l1N), para bocais mais profundos, também combinada com sede G6 ou G60.

Como identificar um MG1 original

Selos falsificados ou de baixa qualidade circulam no mercado. Para verificar se o MG1 que você está comprando cumpre a especificação, observe:

  • Uniformidade das faces lapidadas — sem riscos visíveis a olho nu, com reflexo espelhado.
  • Elastômero do fole íntegro, sem marcas de moldagem grosseiras ou cheiro forte de vulcanização recente.
  • Mola em aço inoxidável — teste com ímã: não pode atrair.
  • Marcação legível do fabricante no corpo do arraste ou embalagem.
  • Certificado ou nota fiscal identificando faces (SiC, WC, carvão) e elastômero do fole (NBR, EPDM, FKM).

Norma EN 12756 e intercambiabilidade

Os selos MG1, MG12 e MG13 seguem as dimensões da norma europeia EN 12756 (antiga DIN 24960), que padroniza medidas de eixo, comprimento de trabalho L1 e cotas de alojamento da sede. Isso significa que qualquer selo produzido dentro dessa norma — de qualquer fabricante mundial — cabe fisicamente em qualquer bomba projetada para essa norma.

Na prática, é essa padronização que permite substituir um selo Burgmann MG1 por um equivalente nacional sem trocar o cabeçote da bomba. É também o que garante que o MG12 e o MG13 sejam intercambiáveis com o MG1 nas mesmas medidas de eixo, alterando apenas o comprimento da cauda do fole conforme a sede utilizada.

Comparativo MG1 × MG12 × MG13

MG1, MG12 e MG13 usam exatamente a mesma arquitetura: fole elastomérico rotativo (vedação secundária estática sobre o eixo, sem deslizamento), mola helicoidal única e sede estacionária. A única diferença entre os três é o comprimento da cauda do fole, que define qual sede (G4, G9, G6 ou G60) o modelo acompanha conforme a norma EN 12756.

CritérioMG1MG12MG13
Princípio de vedaçãoFole elastomérico rotativo com mola helicoidal única — vedação estática sobre o eixo, sem deslizamento.Mesma construção do MG1: fole elastomérico + mola helicoidal única.Mesma construção do MG1: fole elastomérico + mola helicoidal única.
Comprimento do fole (L1)Cauda padrão (l1) — sedes G4 ou G9. Configuração mais comum e mais econômica.Cauda estendida (l1k) — sedes G6 ou G60, para cabeçotes que exigem maior comprimento de montagem.Cauda longa (l1N) — sedes G6 ou G60, para bocais mais profundos.
Norma EN 12756Sim — dimensões conforme EN 12756, comprimento l1.Sim — segue EN 12756, comprimento l1k.Sim — segue EN 12756, comprimento l1N.
Vedação secundáriaFole elastomérico — não desliza sobre o eixo.Fole elastomérico — não desliza sobre o eixo.Fole elastomérico — não desliza sobre o eixo.
Tolerância a incrustaçõesBoa — o fole não desliza sobre o eixo, reduzindo o risco de travamento.Boa — mesma vedação por fole do MG1.Boa — mesma vedação por fole, cauda adequada a bocais profundos.
Fluidos recomendadosÁgua limpa, água quente, condensado, óleos leves, químicos compatíveis.Mesmos fluidos do MG1 — escolha definida pela sede G6/G60 do cabeçote.Mesmos fluidos do MG1 — escolha definida pelo bocal mais profundo do cabeçote.
Setores típicosSaneamento, HVAC, indústria química leve, alimentícia.Mesmos setores do MG1, em cabeçotes com sede G6 ou G60.Mesmos setores do MG1, em cabeçotes com bocal mais profundo.